sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Voce tambem pode fazer....
A nossa liberdade.
A liberdade é fundamental para todas as pessoas. por sua causa já houve lutas, guerras e mortes, porque todos percisam de liberdade e ás vezes surgem homens que não querem que outros sejam livres.
Mas o que é liberdade?
Como é que se pode saber se uma pessoa tem liberdade? Ter liberdade é poder fazer as coisas que a gente gosta acha boas e agradaveis. Ter liberdade é poder ficar junto das pessoas de quem a gente gosta. Ter liberdade é poder brincar, estudar, trabalhar, fazendo aquilo que nos deixa felizes. Ter liberdade é poder ir a todos os lugares que a gente acha bonitos, ou onde existem coisas que a gente quer ver ou fazer. Ter liberdade é poder falar, cantar, sorrir, amar, sonhar, sem ter medo de sofrer um castigo.
As vezes existem pessoas que tiram a nossa liberdade, que nos obrigam a fazer só o que querem e dizem que fazem isso para nós proteger e nos ajudar. Nós não devemos concordadr com isso, porque quando tiram a nossa liberdade tudo fica triste, as pessoas vivem contrariadas e infelizes. A liberdade é muito importante para todas as pessoas, pois quem não a tem não pode ser feliz. se todas pessoas defenderem a liberdade ela nunca vai acabar, as pessoas que hoje são tristes vão ficar alegres quando forem livres. E o mundo será muito melhor para todos.
Escrito especialmente para o livro CRIATIVIDADE, de Samir Meserani, Edirora Saraiva.
Dalmo de Abreu Dallari
A liberdade é fundamental para todas as pessoas. por sua causa já houve lutas, guerras e mortes, porque todos percisam de liberdade e ás vezes surgem homens que não querem que outros sejam livres.
Mas o que é liberdade?
Como é que se pode saber se uma pessoa tem liberdade? Ter liberdade é poder fazer as coisas que a gente gosta acha boas e agradaveis. Ter liberdade é poder ficar junto das pessoas de quem a gente gosta. Ter liberdade é poder brincar, estudar, trabalhar, fazendo aquilo que nos deixa felizes. Ter liberdade é poder ir a todos os lugares que a gente acha bonitos, ou onde existem coisas que a gente quer ver ou fazer. Ter liberdade é poder falar, cantar, sorrir, amar, sonhar, sem ter medo de sofrer um castigo.
As vezes existem pessoas que tiram a nossa liberdade, que nos obrigam a fazer só o que querem e dizem que fazem isso para nós proteger e nos ajudar. Nós não devemos concordadr com isso, porque quando tiram a nossa liberdade tudo fica triste, as pessoas vivem contrariadas e infelizes. A liberdade é muito importante para todas as pessoas, pois quem não a tem não pode ser feliz. se todas pessoas defenderem a liberdade ela nunca vai acabar, as pessoas que hoje são tristes vão ficar alegres quando forem livres. E o mundo será muito melhor para todos.
Escrito especialmente para o livro CRIATIVIDADE, de Samir Meserani, Edirora Saraiva.
Dalmo de Abreu Dallari
O que Sartre andou pensando?...
Será que eu existo? Então, me pergunto: Quem sou eu? Será que eu existo? Os outros existem? Quando olho minhas espinhas ou minhas rugas a consciencia de que eu existos ás vezes me assalta.
Diante da perda de um amigo num acidente estupido, ou diante da noticia de jovens que se suicidam, sou empurrado para encontrar comigo mesmo.
Estou aqui neste mundo. eu existo.
Mas o que é existir?
É mais que o simples ser.
As pedras são, as flores são, as nuvens são. Elas tem ser.
Mas elas não sabem disso.
Não se aborrecem, não se alegram, não criticam o chefe, não tem dor-de-cotovelo.
A essencia humana é construida por cada um de nós no proprio existir.
Tudo é bom quando acaba bem, ensina o povo.
Qreremos a liberdade pele liberdade atraves de cada circunstancia em particular, E, ao queremos a liberdade, descobrimos que ela depende inteiramente da liberdade dos outros e que a liberdade dos outros e que a liberdade dos outros depende da nossa (...)
o Homem é um ser que não pode querer senão a sua liberdade e que reconhece tambem que não pode senão a liberdade dos outros,
Daí que ninguém é livre sozinho...
O olhar do outro me rouba o mundo que era meu e rouba a minha intimidade,
Diante da perda de um amigo num acidente estupido, ou diante da noticia de jovens que se suicidam, sou empurrado para encontrar comigo mesmo.
Estou aqui neste mundo. eu existo.
Mas o que é existir?
É mais que o simples ser.
As pedras são, as flores são, as nuvens são. Elas tem ser.
Mas elas não sabem disso.
Não se aborrecem, não se alegram, não criticam o chefe, não tem dor-de-cotovelo.
A essencia humana é construida por cada um de nós no proprio existir.
Tudo é bom quando acaba bem, ensina o povo.
Qreremos a liberdade pele liberdade atraves de cada circunstancia em particular, E, ao queremos a liberdade, descobrimos que ela depende inteiramente da liberdade dos outros e que a liberdade dos outros e que a liberdade dos outros depende da nossa (...)
o Homem é um ser que não pode querer senão a sua liberdade e que reconhece tambem que não pode senão a liberdade dos outros,
Daí que ninguém é livre sozinho...
O olhar do outro me rouba o mundo que era meu e rouba a minha intimidade,
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Sartre entra em cena...
... É desta forma que, com seu humor caracteristico, o filosofo interpleta a morte de seu pai, ocorrida quando ele tinha dois anos: #Foi um mal? Um bem? Não sei, mas subscrevo de bom grado o veredito (a meu respeito) de eminente psicanalista: não tenho superego.# E foi em meio de turbilhão de novos valores e propostas que ele dizia com tranquilidade: # Não cesso de me criar; sou doador e a doação, Se meu pai vivesse, eu conheceria meus direitos e meus deveres: ele está morto e eu os ignoro. Não tenho direitos, pois o amor me cumula; não tenho dever pois dou por amor.
Dois meses antes de sua morte diz Sartre: O mundo parece feio, mau e sem esperança. Esse é o desespero tranquilo de um velho que vai morrer ali dentro. Mas justamente eu resisto e sei que vou morrer na esperança. Mas está esperança. é preciso construí-la. Uma coisa é viver, outra é pensar.
Dois meses antes de sua morte diz Sartre: O mundo parece feio, mau e sem esperança. Esse é o desespero tranquilo de um velho que vai morrer ali dentro. Mas justamente eu resisto e sei que vou morrer na esperança. Mas está esperança. é preciso construí-la. Uma coisa é viver, outra é pensar.

BIOGRAFIA DE JEAN-PAUL SARTRE
Jean-Paul Sartre um filosofo, Sartre foi um soldado e um pensador corajoso; foi um ativista politico, frequentador assiduo de panfletos e barricadas, literato explosivo e professor sutil e extasiante, desde os 26 anos. Nascido em Paris em 1905, de saúde fragil.
, filho de familia burguesa, Sartre viveu, dos 14 aos 40 anos, nada menos do que as duas guerras mundiais. Sua saúde fragil foi mais delibitada ainda pelo excesso de bebida e fumo. A perda quase total da visão, nos ultimos anos, fez de sua companheira, Simine de Beauvoir, uma semi-escritora de suas obras .Eis algumas das principais obras de Sartre:
#Os caminhos da liberdade: triologia de romances publicada entre 1943 e 1949, de que costam A idade da razão, O sursis e Com a morte na alma.# #Mortos sem sepulturas e A prostituta respeitosa, 1964.# #As mãos sujas, 1948.# # O diabo e o bom Deus, 1951.# #A questão do método# #Critica da razão dialética,1960.# # Os sequestradores de Altona, 1960# #Sartre em Cuba,1961.# #SituaçõesV - o colonialismo e o neocolonialismo, 1964.# #Situações VI e VII - os problemas do marxismo, 1964.# # Existencialismo e Marxismo, 1957.# #O idiota da família (1, 2 e 3), 1971 e 1972.#
, filho de familia burguesa, Sartre viveu, dos 14 aos 40 anos, nada menos do que as duas guerras mundiais. Sua saúde fragil foi mais delibitada ainda pelo excesso de bebida e fumo. A perda quase total da visão, nos ultimos anos, fez de sua companheira, Simine de Beauvoir, uma semi-escritora de suas obras .Eis algumas das principais obras de Sartre:
#Os caminhos da liberdade: triologia de romances publicada entre 1943 e 1949, de que costam A idade da razão, O sursis e Com a morte na alma.# #Mortos sem sepulturas e A prostituta respeitosa, 1964.# #As mãos sujas, 1948.# # O diabo e o bom Deus, 1951.# #A questão do método# #Critica da razão dialética,1960.# # Os sequestradores de Altona, 1960# #Sartre em Cuba,1961.# #SituaçõesV - o colonialismo e o neocolonialismo, 1964.# #Situações VI e VII - os problemas do marxismo, 1964.# # Existencialismo e Marxismo, 1957.# #O idiota da família (1, 2 e 3), 1971 e 1972.#
Os golpes que a vida dá, e não saber lutar?!
As vezes, pego-me pensando como a vida é dificil de ser vivida, são tantos os desenganos, tantas decepções, parece que nada tem jeito, nada tem sentido, nada tem futuro...
Quando durmo os momentos ruins ficam de fora a me esperar, e como eu sei que ele me aguarda, eu fujo tentando não acordar. Mas querendo ou não eu tenho que acordar e enfrenta-lo, e ele sem piedade está lá para me amedrontar, me deixar triste... Como lutar? como vencer? como não ter medo? pavor? desesperança? como ser feliz? como não pensar? como lutar? como? como? como?
Maria Pellegrino
Quando durmo os momentos ruins ficam de fora a me esperar, e como eu sei que ele me aguarda, eu fujo tentando não acordar. Mas querendo ou não eu tenho que acordar e enfrenta-lo, e ele sem piedade está lá para me amedrontar, me deixar triste... Como lutar? como vencer? como não ter medo? pavor? desesperança? como ser feliz? como não pensar? como lutar? como? como? como?
Maria Pellegrino
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Li e compartilhei...
O Rei e o Mendigo
Certa vez, um mendigo estava andando com um prato de arroz na mão, quando parou ao seu lado o rei daquele lugar.
Certa vez, um mendigo estava andando com um prato de arroz na mão, quando parou ao seu lado o rei daquele lugar.
O Rei pediu para o mendigo um pouco do seu arroz.
O mendigo então olhou para o rei e pensou:
- Ele pode ter de tudo o quiser.
E foi bem mesquinho. Pegou um único grão de arroz e deu ao Rei.
O Rei, então, fechou o grão dentro da mão do mendigo tocou seu cavalo e foi embora.
Quando o mendigo abriu a mão, levou um susto. O grão de arroz havia se transformado em uma pepita de ouro.
Neste momento, o mendigo olhou para o prato de arroz e saiu correndo atrás do Rei, dizendo:
- Por favor, Majestade, pare. Eu mudei de ideia, tome mais do meu arroz.
Então o rei disse:
- Não. Você já recebeu tudo aquilo que colocou na vida, de bom grado e de bom coração. O que se recebe da vida é aquilo que nela se coloca primeiro, nem mais nem menos. É lei.
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